O TAO DO MUNDO

Revista Burlesca

O espetáculo celebra o Teatro de Revista Brasileiro. É baseado nas revistas burlescas do começo do séc. XX e utiliza como ponto de partida o prólogo, adaptado livremente da revista “Rio de Janeiro em 1877”, de Artur Azevedo, que satiriza brilhantemente a sua época personificando as calamidades brasileiras. Conta com textos de Kaiq Antunes que também está na direção e concepção do espetáculo e figurinos de Carlos Veiga.

Utilizando-se dos clichês políticos de todos os tempos, presenciamos uma assembleia, onde as “Calamidades” avaliam as bem sucedidas ações no ano que se finda e planejam maquiavelicamente suas futuras atuações.

O Tao do Mundo pretende registrar, de maneira bem humorada, a ideia de final dos tempos, um pequeno retrato dos acontecimentos da atribulada época em que vivemos.

Os textos aparecem com músicas de compositores brasileiros da época (Chiquinha Gonzaga, Assis Valente, Noel Rosa e Vicente Celestino) e com composições criadas por Chico César especialmente para esta revista. 

O espetáculo foi premiado na Jornada SESC Teatro Musicado, de 1993 e estreou no Teatro Anchieta, São Paulo, com a participação especial de Chico César e Rita Ribeiro. Quando seguiu temporada no Teatro Hilton em São Paulo, Chico César foi substituído por Zeca Baleiro.

Em 1999 a peça foi especialmente remontada inaugurando a sede da Companhia de Mystérios e Novidades, um galpão localizado no centro do Rio de Janeiro, onde fez temporada de grande sucesso de público e crítica durante quatro meses.

O espetáculo, com a participação especial de Sérgio Brito inaugurou o Teatro SESC Ricamar, em Copacabana. 

Em 2003 fez temporada no Teatro Carlos Gomes (RJ) e no Teatro Municipal de Niterói.

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